Péssima lembrança
Foi há exatamente um ano atrás ...
Parece que minha vida começou a andar para trás no dia 13/10/2016. Hoje meu facebook trouxe as lembranças de quando fui visitar "um amigo".
Tudo começou em um grupo de whatsapp em 2015, e quando resolveram fazer o encontro na festa de aniversário do Fabinho, em junho do ano de 2016.
Lá conheci a maioria dos membros, inclusive o tal "amigo", o único que eu já havia conhecido foi o Sanford, que conheci em fevereiro.
No dia da festa fiquei meio acanhado, mas depois que fiquei com três garotos comecei a me soltar, e foi quando eu me deparei com o carinha que eu queria ter ficado que meu cora~]ao foi a mil, porém nesse dia não rolou.
Ao decorrer dos dias, fui me apegando a amizade de alguns dos membros, e um período depois os encontrei em boates e eventos GLS.
Quando houve a festa em campo grande (boca na butija), foi então que houve umas tretas, que foi quando meu celular sumiu e eu vi a verdadeira face de umas pessoas do grupo, mas também foi quando rolou de ter ficado com o carinha que mencionei acima.
Nossa! Foi algo mágico, já que eu queria tanto...
Dias depois o tal "amigo" ficou doente, e dia 13/10/2016 marquei de ir visitá-lo. Eu fiquei encantado com o bairro de Sepetiba, quando cheguei lá conversamos bastante, e surgiu o assunto de morar lá, já que eu havia pedido demissão da c&a dias antes, como a supervisora tinha negado meu pedido de demissão, resolvi faltar uns dias e dia 15 oficializei, já que eu pedi para o gerente dessa vez.
A partir daí parece que minha vida começou a andar pra trás, pois fui expulso de casa mais uma vez, e quando fui morar em Sepetiba decidi parar de tomar meus remédios.
Quando fui expulso, comecei sentir um ódio, pois achei injusto, já que a corda arrebentou para o lado mais fraco.
Realmente uma coisa leva a outra, e tudo foi desmoronando na minha cabeça de uma só vez. Eu fiquei tão transtornado, que a situação foi só piorando.
Tanta coisa foi acontecendo ao mesmo tempo, e meio ódio só foi aumentando, tanto que passei a não ligar para mais nada. Os pensamentos vinham na minha cabeça, de tal forma que eu não conseguia organizá-los.
Acho que meu ódio crescia, já que não era nem a primeira, nem segunda vez que acontecia essas coisas comigo.
Desde os meus 17 anos sou tratado como lixo, e conforme os anos foram se passando parece que só piorou.
Voltando lá para Sepetiba... Os dias foram se passando e lá parecia um refúgio para meus problemas, mas não foi bem assim.
Um dia esse "amigo" me chamou para acompanhar ele até o pai de santo, e lá eles conversaram, enquanto eu fiquei no celular. Depois que nós saimos de lá ele veio com uma conversa estranha, falando que o pai de santo dele disse que ele ia ser traído por um amigo, mas até então eu não tinha entendido, já que eu o conhecia somente há seis meses, e aquele dia era a quarta vez que nos víamos.
Os dias foram se passando, e ele começou a ficar estranho comigo, quando finalmente disse que eu não ia ficar morando lá e jogou minhas malas na rua, como não se fosse suficiente, ele ainda tirou fotos das malas e postou no facebook, para que os amiguinhos dele me humilhassem.
Depois disso sai da casa dele, mas não peguei minhas coisas, e fiquei vagando por lá sem rumo, sem direção, sem dinheiro e me sentindo mais uma vez um lixo humano.
Depois de tudo isso, dormi na casa da mãe dele, e no dia seguinte minha mãe chamou um Uber para que eu voltasse pra casa, mas nem por isso as coisas melhoraram...
Quando voltei pra casa, meu lugar tava feito, só que na laje, já que o maridinho escroto dela não me aceitou dentro de casa.
Mais uma vez me senti humilhado, tendo que tomar banho no quintal, esperar minha mãe fazer a comida e deixar na escada, como se eu fosse um animal perigoso.
Ali meu ódio só crescia cada vez mais. Não importava se ela tava fazendo isso por mim, já q pra mim era feito por pena.
Teve um dia que tava muito frio, e eu tinha um compromisso em Madureira, então pedi a ela pra tomar banho dentro de casa, e ela se negou fechando o portão com cara de desprezo... Nossa! Aquilo me encheu de revolta e subi pra laje, peguei o celular e gravei um vídeo rasgando a identidade.
Fiquei isolado de tudo por sete meses, nem na rua eu saia. Tinha pensamentos suicidas, cheguei a pensar como poderia acabar com essa humilhação toda, e pesquisei várias maneiras na internet. Fiquei obcecado, mas não achei nenhuma maneira de acabar com isso sem sentir dor.
Além do método da eutanásia, não achei nada indolor e essa coragem eu não tive.
Contudo, aos poucos fui deixando pra lá, porém até hoje não consigo perdoar tudo que foi feito contra mim.
Já fazem sete meses que minha mãe viajou, me liga todo dia e sempre no fim da ligação ela diz: "eu te amo filho", mas eu fico em silêncio até ela desligar, pois não consigo responder.
As coisas estão estranhas desde então...
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Sua história é muito forte! Você é muito forte, superou tanta coisa né?! Meu amigo, o que não te mata, te fortalece!!! Continue! Não desista....
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